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Atlas · Chest

Peitoral Menor

Dor no ombro anterior pela compressão do feixe neurovascular pelo peitoral menor abaixo do processo coracoide

Região do corpo
Chest
Pontos-gatilho
3
documentados neste músculo
Sintomas comuns
15
padrões catalogados
Causas comuns
17
fatores contribuintes

Pontos-gatilho

TrP 1

TrP1

Localização. Tórax profundo, costelas 3-5 até o ombro

Dor referida. Frente do ombro, tórax, descendo pelo braço

  • Frente do ombro
  • Tórax
  • Descendo pela frente do braço
  • Quarto e quinto dedos
  • Dorso superior
TrP 2

TrP2

Localização. Próximo à inserção no processo coracoide do peitoral menor

Dor referida. Deltóide anterior e ao longo do braço medial até a mão

  • Região do deltóide anterior
  • Braço medial
  • Antebraço medial
  • Face ulnar da mão
  • 4º e 5º dedos
TrP 3

TrP3

Localização. Próximo à inserção inferior na 5ª costela

Dor referida. Tórax anterior inferior e área pré-cordial

  • Parede anterior inferior do tórax
  • Região pré-cordial
  • Área das 5ª-6ª costelas anteriores
  • Prega inframamária
  • Tórax anterior esquerdo (imita dor cardíaca quando no lado esquerdo)

Sintomas relatados por pacientes

Dor no ombro. Dor no ombro anterior pela compressão do feixe neurovascular pelo peitoral menor abaixo do processo coracoide

Dor no tórax. Dor precordial profunda frequentemente confundida com angina, agravada pela protração

Dor no braço. Dor irradiando pelo braço anterior pelo aprisionamento do plexo braquial sob o músculo encurtado

Dormência na mão. Parestesias no quarto e quinto dedos pela compressão neurovascular no desfiladeiro torácico

Sintomas de desfiladeiro torácico. Comprometimento vascular e neural quando o peitoral menor comprime os vasos subclávios e o plexo braquial

Dor na parte anterior do ombro. O ponto-gatilho na inserção coracoide refere dor para o deltóide anterior por irritação periosteal

Dormência ao longo do braço medial até os dedos. A compressão do feixe neurovascular pelo peitoral menor causa parestesia no braço medial e na mão ulnar

Fraqueza da mão. A compressão do tronco inferior do plexo braquial sob o peitoral menor reduz o comando motor da mão

Sintomas do tipo síndrome do desfiladeiro torácico. O peitoral menor comprime o feixe neurovascular no espaço costoclavicular, causando síndrome do desfiladeiro

Dificuldade com atividades acima da cabeça. O encurtamento do peitoral menor restringe a inclinação posterior da escápula necessária para o alcance completo acima da cabeça

Dor torácica anterior imitando dor cardíaca. Os pontos-gatilho inferiores do peitoral menor criam dor pré-cordial que imita de perto a angina pectoris

Sensação de pontada pré-cordial. Os pontos-gatilho próximos à 5ª costela criam uma dor aguda e repentina durante a inspiração na região pré-cordial

Dor mamária (inframamária). A referência para a prega inframamária cria dor mamária que pode levar à investigação de patologia mamária

Dor ao respirar fundo. A expansão das costelas durante a inspiração profunda estica as bandas tensas do peitoral menor, provocando dor torácica anterior

Dificuldade para elevar o braço acima da cabeça. O alcance acima da cabeça inclina a escápula, sobrecarregando o peitoral menor em suas inserções costais inferiores

Causas comuns

Postura de ombros arredondados. A protração escapular sustentada mantém o peitoral menor cronicamente encurtado e hipertônico

Trabalho no computador. A postura com cabeça e ombros projetados para frente durante o trabalho à mesa sobrecarrega o peitoral menor

Dirigir. A posição com os braços à frente com protração sustentada do ombro encurta as fibras do peitoral menor

Natação. Padrões repetitivos de puxada aérea sobrecarregam o peitoral menor como estabilizador escapular

Atividades acima da cabeça. Alcançar prolongado acima da cabeça exige controle excêntrico excessivo do peitoral menor sobre a escápula

Respiração sob estresse. A respiração superficial no tórax superior recruta o peitoral menor como músculo respiratório acessório

Postura com ombros arredondados. A protração crônica encurta adaptativamente o peitoral menor, criando pontos-gatilho na inserção coracoide

Trabalho prolongado no computador. A posição do braço avançado durante o uso do computador mantém o peitoral menor em estado encurtado

Carregar mochilas pesadas. As alças da mochila comprimem o peitoral menor contra o processo coracoide, criando pontos-gatilho isquêmicos

Encurtamento do peitoral menor por supino. O supino pesado desenvolve o peitoral menor sem alongamento adequado, criando encurtamento adaptativo

Respiração torácica por ansiedade. O padrão de respiração acessória recruta o peitoral menor para a elevação das costelas a cada respiração

Direção prolongada. A posição sustentada com braços à frente ao segurar o volante encurta cronicamente o peitoral menor

Postura crônica com ombros arredondados. A protração habitual do ombro encurta o peitoral menor, criando pontos-gatilho isquêmicos crônicos

Peso mamário em pessoas com mamas maiores. A carga sustentada na parede torácica anterior pela massa mamária sobrecarrega as inserções do peitoral menor

Distensão do músculo peitoral no supino. O supino pesado tensiona o peitoral menor como estabilizador escapular durante o exercício de peito

Trabalho prolongado na mesa com alcance para frente. A postura de alcance prolongado para frente mantém o peitoral menor em posição encurtada e contraída

Compensação por tecido cicatricial pós-mastectomia. A cicatriz cirúrgica altera a mecânica da parede torácica, criando pontos-gatilho compensatórios no peitoral menor

Tratamento e autocuidado

immediate

Alongamento do peitoral menor no canto da parede

Fique de frente para um canto com as mãos nas paredes na altura dos ombros. Dê um passo para frente e incline-se em direção ao canto até sentir um alongamento profundo abaixo da clavícula e na frente do ombro. Isso trabalha o peitoral menor de forma mais eficaz do que o alongamento padrão na porta.

Duração
30 segundos, repetir 3 vezes
Frequência
3-4 vezes por dia
O que esperar
Redução da tensão no ombro anterior e melhora da capacidade de puxar os ombros para trás em 3-5 dias
immediate

Liberação do peitoral menor com bola de tênis

Coloque uma bola de tênis na área logo abaixo da clavícula e acima da axila. Incline-se contra uma parede com a bola pressionando essa área. Role a bola lentamente e segure nos pontos sensíveis por 30-60 segundos. O peitoral menor é profundo, por isso é necessária pressão firme mas tolerável.

Duração
2-3 minutos por lado
Frequência
1-2 vezes por dia
O que esperar
Redução dos sintomas de compressão nervosa e melhora da mobilidade do ombro em 1 semana
exercise

Elevações Y-T-W em decúbito ventral

Deite-se de bruços no chão ou em um banco. Eleve os braços em posição Y (polegares para cima), segure 5 segundos, abaixe. Em seguida eleve em posição T, segure, abaixe. Depois em posição W (cotovelos dobrados, aperte as escápulas), segure, abaixe. Isso fortalece os músculos que se opõem ao peitoral menor.

Duração
8-10 repetições de cada posição
Frequência
2-3 vezes por dia
O que esperar
Melhora da estabilidade escapular e redução da hiperatividade do peitoral menor em 2-3 semanas
exercise

Reeducação da respiração diafragmática

Deite-se de costas com os joelhos dobrados. Coloque uma mão no tórax e outra na barriga. Inspire pelo nariz de forma que a barriga suba enquanto o tórax permanece parado. Expire lentamente pelos lábios franzidos. Isso reduz a dependência do peitoral menor como músculo respiratório acessório.

Duração
5 minutos por sessão
Frequência
3 vezes por dia
O que esperar
Redução da tensão no peitoral menor por disfunção respiratória em 1-2 semanas
lifestyle

Otimização de postura e estação de trabalho

Configure sua estação de trabalho para que os ombros possam ficar relaxados e puxados para trás. Evite inclinar-se para frente em direção à tela. Use uma cadeira com boa sustentação das costas. Faça pausas a cada 30 minutos para se levantar e puxar os ombros para trás. Evite carregar bolsas pesadas em um único ombro.

Duração
Manter durante toda a jornada de trabalho
Frequência
Diariamente
O que esperar
Redução significativa do arredondamento dos ombros e da dor no ombro anterior em 2 semanas
professional

Avaliação profissional para dormência no braço

Se sentir dormência, formigamento ou fraqueza no braço ou mão, especialmente nos dedos anelar e mínimo, consulte um fisiatra ou neurologista. O peitoral menor pode comprimir o plexo braquial e os vasos sanguíneos (síndrome do desfiladeiro torácico). O tratamento profissional pode incluir liberação direcionada, técnicas de deslizamento nervoso e reabilitação postural abrangente.

Duração
Avaliação inicial: 45-60 minutos
Frequência
Retornos a cada 2-4 semanas conforme necessário
O que esperar
Resolução dos sintomas de compressão nervosa com tratamento direcionado em 4-8 semanas
Key Takeaways
  1. Dor no ombro anterior pela compressão do feixe neurovascular pelo peitoral menor abaixo do processo coracoide
  2. Dor precordial profunda frequentemente confundida com angina, agravada pela protração
  3. Dor irradiando pelo braço anterior pelo aprisionamento do plexo braquial sob o músculo encurtado
  4. Parestesias no quarto e quinto dedos pela compressão neurovascular no desfiladeiro torácico
  5. Comprometimento vascular e neural quando o peitoral menor comprime os vasos subclávios e o plexo braquial