TrP1
Localização. Tórax profundo, costelas 3-5 até o ombro
Dor referida. Frente do ombro, tórax, descendo pelo braço
- Frente do ombro
- Tórax
- Descendo pela frente do braço
- Quarto e quinto dedos
- Dorso superior
Dor no ombro anterior pela compressão do feixe neurovascular pelo peitoral menor abaixo do processo coracoide
Localização. Tórax profundo, costelas 3-5 até o ombro
Dor referida. Frente do ombro, tórax, descendo pelo braço
Localização. Próximo à inserção no processo coracoide do peitoral menor
Dor referida. Deltóide anterior e ao longo do braço medial até a mão
Localização. Próximo à inserção inferior na 5ª costela
Dor referida. Tórax anterior inferior e área pré-cordial
Dor no ombro. Dor no ombro anterior pela compressão do feixe neurovascular pelo peitoral menor abaixo do processo coracoide
Dor no tórax. Dor precordial profunda frequentemente confundida com angina, agravada pela protração
Dor no braço. Dor irradiando pelo braço anterior pelo aprisionamento do plexo braquial sob o músculo encurtado
Dormência na mão. Parestesias no quarto e quinto dedos pela compressão neurovascular no desfiladeiro torácico
Sintomas de desfiladeiro torácico. Comprometimento vascular e neural quando o peitoral menor comprime os vasos subclávios e o plexo braquial
Dor na parte anterior do ombro. O ponto-gatilho na inserção coracoide refere dor para o deltóide anterior por irritação periosteal
Dormência ao longo do braço medial até os dedos. A compressão do feixe neurovascular pelo peitoral menor causa parestesia no braço medial e na mão ulnar
Fraqueza da mão. A compressão do tronco inferior do plexo braquial sob o peitoral menor reduz o comando motor da mão
Sintomas do tipo síndrome do desfiladeiro torácico. O peitoral menor comprime o feixe neurovascular no espaço costoclavicular, causando síndrome do desfiladeiro
Dificuldade com atividades acima da cabeça. O encurtamento do peitoral menor restringe a inclinação posterior da escápula necessária para o alcance completo acima da cabeça
Dor torácica anterior imitando dor cardíaca. Os pontos-gatilho inferiores do peitoral menor criam dor pré-cordial que imita de perto a angina pectoris
Sensação de pontada pré-cordial. Os pontos-gatilho próximos à 5ª costela criam uma dor aguda e repentina durante a inspiração na região pré-cordial
Dor mamária (inframamária). A referência para a prega inframamária cria dor mamária que pode levar à investigação de patologia mamária
Dor ao respirar fundo. A expansão das costelas durante a inspiração profunda estica as bandas tensas do peitoral menor, provocando dor torácica anterior
Dificuldade para elevar o braço acima da cabeça. O alcance acima da cabeça inclina a escápula, sobrecarregando o peitoral menor em suas inserções costais inferiores
Postura de ombros arredondados. A protração escapular sustentada mantém o peitoral menor cronicamente encurtado e hipertônico
Trabalho no computador. A postura com cabeça e ombros projetados para frente durante o trabalho à mesa sobrecarrega o peitoral menor
Dirigir. A posição com os braços à frente com protração sustentada do ombro encurta as fibras do peitoral menor
Natação. Padrões repetitivos de puxada aérea sobrecarregam o peitoral menor como estabilizador escapular
Atividades acima da cabeça. Alcançar prolongado acima da cabeça exige controle excêntrico excessivo do peitoral menor sobre a escápula
Respiração sob estresse. A respiração superficial no tórax superior recruta o peitoral menor como músculo respiratório acessório
Postura com ombros arredondados. A protração crônica encurta adaptativamente o peitoral menor, criando pontos-gatilho na inserção coracoide
Trabalho prolongado no computador. A posição do braço avançado durante o uso do computador mantém o peitoral menor em estado encurtado
Carregar mochilas pesadas. As alças da mochila comprimem o peitoral menor contra o processo coracoide, criando pontos-gatilho isquêmicos
Encurtamento do peitoral menor por supino. O supino pesado desenvolve o peitoral menor sem alongamento adequado, criando encurtamento adaptativo
Respiração torácica por ansiedade. O padrão de respiração acessória recruta o peitoral menor para a elevação das costelas a cada respiração
Direção prolongada. A posição sustentada com braços à frente ao segurar o volante encurta cronicamente o peitoral menor
Postura crônica com ombros arredondados. A protração habitual do ombro encurta o peitoral menor, criando pontos-gatilho isquêmicos crônicos
Peso mamário em pessoas com mamas maiores. A carga sustentada na parede torácica anterior pela massa mamária sobrecarrega as inserções do peitoral menor
Distensão do músculo peitoral no supino. O supino pesado tensiona o peitoral menor como estabilizador escapular durante o exercício de peito
Trabalho prolongado na mesa com alcance para frente. A postura de alcance prolongado para frente mantém o peitoral menor em posição encurtada e contraída
Compensação por tecido cicatricial pós-mastectomia. A cicatriz cirúrgica altera a mecânica da parede torácica, criando pontos-gatilho compensatórios no peitoral menor
Fique de frente para um canto com as mãos nas paredes na altura dos ombros. Dê um passo para frente e incline-se em direção ao canto até sentir um alongamento profundo abaixo da clavícula e na frente do ombro. Isso trabalha o peitoral menor de forma mais eficaz do que o alongamento padrão na porta.
Coloque uma bola de tênis na área logo abaixo da clavícula e acima da axila. Incline-se contra uma parede com a bola pressionando essa área. Role a bola lentamente e segure nos pontos sensíveis por 30-60 segundos. O peitoral menor é profundo, por isso é necessária pressão firme mas tolerável.
Deite-se de bruços no chão ou em um banco. Eleve os braços em posição Y (polegares para cima), segure 5 segundos, abaixe. Em seguida eleve em posição T, segure, abaixe. Depois em posição W (cotovelos dobrados, aperte as escápulas), segure, abaixe. Isso fortalece os músculos que se opõem ao peitoral menor.
Deite-se de costas com os joelhos dobrados. Coloque uma mão no tórax e outra na barriga. Inspire pelo nariz de forma que a barriga suba enquanto o tórax permanece parado. Expire lentamente pelos lábios franzidos. Isso reduz a dependência do peitoral menor como músculo respiratório acessório.
Configure sua estação de trabalho para que os ombros possam ficar relaxados e puxados para trás. Evite inclinar-se para frente em direção à tela. Use uma cadeira com boa sustentação das costas. Faça pausas a cada 30 minutos para se levantar e puxar os ombros para trás. Evite carregar bolsas pesadas em um único ombro.
Se sentir dormência, formigamento ou fraqueza no braço ou mão, especialmente nos dedos anelar e mínimo, consulte um fisiatra ou neurologista. O peitoral menor pode comprimir o plexo braquial e os vasos sanguíneos (síndrome do desfiladeiro torácico). O tratamento profissional pode incluir liberação direcionada, técnicas de deslizamento nervoso e reabilitação postural abrangente.